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Emendas de Tiago Albrecht reduzem 20% da fila de espera por tratamento de canal no SUS da Odontologia em Porto Alegre

  • há 20 horas
  • 2 min de leitura

Parlamentar do NOVO destinou R$ 777 mil entre 2024 e 2026, viabilizando mais de 1,2 mil tratamentos através de parcerias público privadas (PPP)

Um projeto pioneiro em Porto Alegre viabilizou mais de 1,2 mil atendimentos no Mutirão de Endodontia. Autor da iniciativa, Tiago Albrecht (NOVO) já destinou R$ 777 mil em emendas parlamentares entre 2024 e 2026, reduzindo a fila de espera do SUS da Odontologia em 20%, ampliando a capacidade de atendimento na rede pública por meio de parcerias com clínicas privadas. A iniciativa, que surgiu em 2023, foi estruturada para agilizar procedimentos especializados em tratamentos de canal,


Autor das emendas que viabilizaram o projeto, Tiago Albrecht destaca o impacto direto da medida na vida da população. “Quando a gente tira uma pessoa da fila de espera, não é só um procedimento que acontece, é alguém que volta a trabalhar, a viver sem dor e com dignidade. Vejam que tivemos uma redução de 20% na fila do SUS odontológico para tratamento de canal em Porto Alegre. Esse modelo prova que é possível fazer mais com eficiência, responsabilidade e resultado concreto para quem mais precisa”, afirma.


O projeto opera com um modelo de credenciamento contínuo de clínicas privadas, permitindo que novos prestadores sejam habilitados conforme a demanda. Com custo médio de aproximadamente R$ 604 por tratamento, a iniciativa garante previsibilidade orçamentária e maior agilidade na execução, ao mesmo tempo em que desafoga a rede pública especializada.


Do ponto de vista técnico, Albrecht ressalta a eficiência do formato adotado e lembra como a iniciativa começou. “Esse projeto surgiu em 2023, a partir de uma demanda apresentada pelo Conselho Regional de Odontologia, que expôs a gravidade da fila para tratamento de canal na Capital. A partir desse diagnóstico, construímos essa parceria com a Prefeitura para viabilizar uma solução concreta. Estamos falando de um modelo com custo controlado, execução transparente e capacidade de expansão. Ao integrar a rede privada, conseguimos aumentar a oferta sem criar estruturas permanentes e com total rastreabilidade dos recursos investidos”, explica.


Ao longo dos três anos, o mutirão evoluiu de um projeto piloto para uma estratégia consolidada de enfrentamento da demanda reprimida em endodontia. Os dados apontam não apenas o aumento da capacidade de atendimento, mas também os primeiros sinais de redução da fila, indicando que o modelo de parceria público-privada pode ser um caminho viável para ampliar o acesso a procedimentos especializados no sistema de saúde.

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